Tão cheio e tão vazio.
Como é possível algo tão antitético e contraditório numa só pessoa? Como é que algo pode estar cheio e simultaneamente tão vazio , ter e não ter algo?
Não sei ... É assim que me descrevo o tudo ou o nada que sinto. Prestes a rebentar, a explodir sem sentir absolutamente nada. Vejo o exterior, aparentemente cheio. Mas o que destinge o cheio do vazio é o interior. E esse sei que se encontra em ruínas , a desmoronar-se de dia para dia. Mas quando parar de ruir, vão ser os fragmentos da mesma que irão ocupar cada parte partida , cada buraco provocado e cada fenda aberta.
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